Terminada a frequência deste curso, refletimos aqui acerca das competências que adquirimos:
No que diz respeito à construção do storyboard (guião), apesar de termos explorado e refletido acerca das ferramentas sugeridas, optámos por recorrer ao Microsoft Word para a construção de uma tabela e registo das diversas partes do vídeo.
Considerámos que esta ferramenta se adequava às necessidades e ambições do nosso trabalho.
No entanto, o recurso a ferramentas mais profissionais não deixa de ser um recurso interessante, uma vez que proporciona informação acerca de diversos conteúdos a ter em conta quando se procurar estruturar e sistematizar um conteúdo vídeo.
Os enquadramentos de filmagem e captura de imagens respeitaram genericamente o guião, havendo necessidade de em determinados momentos recorrer a planos que só eram evidentes no momento, por questões de iluminação ou arquitetura de interiores.
A necessidade de refletir acerca dos melhores enquadramentos (já a pensar na montagem) e na qualidade da imagem capturada permitiu-nos desenvolver competências de reflexão sobre conteúdos vídeo que se mostram pertinentes para análise, por exemplo, de materiais a recomendar em diversas situações de formação de docentes
A utilização de iluminação de forma adequada foi facilitada pelo facto de termos podido recorrer a fontes de luz artificial (projetores) concebidas para tomada de imagem. Uma vez que só filmámos em interiores, e o nosso gabinete possuir apenas uma janela, tornou-se essencial compensar a fraca iluminação recorrendo a este equipamento.
A captura de som foi mais eficaz por recorrermos a um microfone de lapela. Os microfones embutidos nos dispositivos de filmagem tendem a capturar som de menor qualidade, frequentemente "metálico" e com ruídos parasitas, enquanto que um microfone de lapela tende a filtrar estes últimos e a proporcionar um som mais "limpo" e natural.
Uma vez que só possuíamos um microfone deste tipo, tivemos que efetuar as filmagens em momentos distintos, mesmo quando estávamos lado a lado, para troca e fixação do microfone. Isto permitiu-nos refletir sobre as questões da continuidade, as quais são importantes para a harmonia e coerência do vídeo.
A edição no Windows Movie Maker foi substituída pela edição no Adobe Premiere, possibilitada por dispormos deste programa. O conjunto de funcionalidades acrescidas permite um tratamento dos ficheiros que gerámos nas filmagens mais profissional, com possibilidade de acrescentar outros conteúdos em janela, de que são exemplo os quadros textuais que acompanham parte das narrativas.
Se bem que não possuíssemos competências para utilizar todos os recursos que o programa proporciona e que considerámos necessários, a possibilidade de recorrer a ajuda externa, que estava contemplada nas regras do curso, foi aproveitada para este fim.
A legendagem no Amara foi substituída pela legendagem com recurso às funcionalidades proporcionadas pelos sites de alojamento e ao programa que descrevemos no local próprio neste eportefólio.
Procurámos pesquisar acerca da metodologia mais eficaz e prática para nós, para efetuar esta tarefa, tendo sido possível encontrar recursos que desconhecíamos e que permitem poupar tempo neste processo.
O carregamento do vídeo no Youtube e no Vimeo foi efetuado com facilidade e acabámos por alojá-lo ainda noutras duas plataformas, o que se constituiu como boa experiência de implementação desta prática e permitiu aumentar a redundância do conteúdo.
Consideramos que atingimos os objetivos a que nos tínhamos proposto, tanto na aquisição de competências nesta área como na produção de um conteúdo que vem enriquecer a capacidade de divulgação das nossas atividades e competências. O vídeo encontra-se disponível no nosso sítio na internet e pode ser usado também em ações de formação ou divulgação, pelo que existiu um ganho duplo pela frequência deste curso.
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